Nova pesquisa sugere que pessoas que sofrem com paralisia do sono ou alucinações pouco antes de cair no sono têm maior probabilidade de sofrer depressão. Este é o primeiro estudo a analisar o relacionamento entre problemas de sono e saúde mental em estudantes.

Os resultados mostraram que, aproximadamente 7% dos participantes analisados no estudo, sofrem com paralisia do sono pelo menos uma vez por semana. Dessa forma, comparando aqueles que nunca haviam experimentado paralisia do sono ou alucinações. Os estudantes que sofriam com as condições, mesmo que raramente, tinham mais chances de ter depressão.

“Paralisia e alucinações costumam ser consideradas relativamente inofensivas e raras. Mas eles podem ser muito angustiantes para aqueles que os experimentam”, comenta o autor principal, professor Michael Grandner, da Universidade do Arizona.

O que é a paralisia do sono?

Segundo a otorrinolaringologista Samanta Dall´Agnese, estima-se que até quatro em cada dez pessoas podem ter vivenciado a paralisia do sono alguma vez na vida. O fenômeno acontece no meio da noite, quando a pessoa acorda, mas não consegue mover seu corpo.

A paralisia do sono acontece quando a pessoa acorda durante o estágio REM (rapid eye movement = movimento rápido dos olhos). Esse estágio se caracteriza por atividade cerebral intensa e sonhos bastante vívidos.

Durante o sono REM nós também temos um relaxamento muscular importante. O normal é que nosso sonho envolva movimentos, mas nosso corpo não responda a eles. Assim evitando acidentes com a própria pessoa ou companheiros.

A sensação de paralisia acontece porque o cérebro da pessoa despertou antes do corpo. Neste momento, o cérebro pode ainda estar envolvido com sonhos, numa espécie de confusão mental. A pessoa tem uma sensação terrível de não se mexer, além de estar vivenciando as imagens do sonho recente.

Para ler a matéria completa acesse o portal do Terra.

 

Fundada pelo Dr. José Pinto Brandão em 1970, a Clínica José Pinto Brandão que leva o seu nome na cidade de Campina Grande, conta com uma equipe de otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos e cirurgião de cabeça e pescoço, tratando também de atendimentos específicos através da Clínica do Sono.

Sinusite