A medicina trabalha constantemente no desenvolvimento de ferramentas específicas para garantir que as pessoas nas condições de falta ou perda de audição possam levar uma vida normal. São soluções que, até bem pouco tempo atrás, pareciam impossíveis aos olhos da sociedade. Hoje, para solucionar muitos dos problemas, temos implante coclear, prótese auditiva acústica,  prótese implantável de condução óssea e uma série de outros aparelhos. A fonoaudióloga Dra. Lavínia Brandão, da Clínica José Pinto Brandão, em Campina Grande, explica que “até mesmo quando o procedimento cirúrgico se faz necessário, os resultados aparecem rapidamente e a cicatriz que fica é quase invisível, ficando geralmente atrás da orelha, próxima ao cabelo”.

Assim como a Dra. Lavínia Brandão, os fonoaudiólogos são os profissionais que estão habilitados a realizar os procedimentos de indicação, seleção e adaptação de aparelho de amplificação sonora individual (AASI), os conhecidos aparelhos auditivos. Para a adequada e criteriosa seleção do aparelho, o fonoaudiólogo deverá, obrigatoriamente, ter à sua disposição a solicitação médica e a avaliação audiológica completa.

“O que fazemos é ajudar o paciente a resgatar os prazeres que os sons podem proporcionar. Desde o barulhinho gostoso da chuva, até o som de uma risada”, diz a Dra. Lavínia Brandão, fonoaudióloga. “Pessoas com perda auditiva chegam ao consultório muito angustiadas por não poder escutar. Muitas vezes sofrem pressões da família, estão isoladas da sociedade por não ouvir direito. É um sofrimento diário. Com a adaptação do aparelho auditivo, o paciente percebe na hora que sua vida pode mudar. É claro que a adaptação é um processo que exige tempo e dedicação, mas é emocionante ver nos olhos deles todo o potencial de transformação de um aparelho”, finaliza a Dra. Lavínia Brandão, fonoaudióloga da Clínica José Pinto Brandão, em Campina Grande.